Curiosidades Sobre a Família
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A Palavra "Fão"

Casarão dos Fão

Vila Fão

Vila Fão (Editorial Zero Hora)

Fontoura Xavier

Península de Fão

Vila Fão (Portugal)

Batalha dos Fão

 

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A palavra Fão

Curiosidade: 
A palavra Fão, aparece já em 1856 numa relação de povoadores da Serra de São Xavier, próximo a Júlio de Castilhos.
Trata-se de Serafim de Oliveira Fão. 
Já em 1889, em Passo Fundo um dos integrantes do Partido Republicano era Antônio Cipriano Fão. Faziam
parte de famílias de madereiros. 
Para historiadores trata-se da incorporação ao sobrenome da localidade de onde as pessoas eram
oriundas, um costume português. 
Fão é uma localidade do litoral de Portugal, a oeste da cidade de Barcelos. 
Já para o ex-reitor da Feevale, Francisco Assis Stürmer, natural da Barra do Dudulha, o nome Fão tem
origem em 1875 quando algumas famílias alemãs migraram para o Brasil e
se estabeleceram á beira do rio. Entre elas estavam os Von Reichembach,
que deram origem ao nome Fão, pois o vocabulário “Von” teve sua
pronuncia alterada para “Fon” e, mais tarde, Fão, como ficou conhecido o
lugar”.

 

Colaborado por Emília Fão  a partir do site: fangueiros.ning.com

 

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Casarão dos Fão

Casarão centenário corre risco de desabar

Marco histórico da cidade, construção desperta curiosidade de quem passa pela Itatiba-Valinhos Ivan Gomes e Mari Giro

Famosa e temida por sua imponência e folclore, a construção colonial conhecida como Casarão dos Fão, na vicinal Itatiba-Valinhos, está em iminente risco de vir ao chão. Quem passa por ele, no bairro dos Cocais, invariavelmente tem seus olhos voltados para suas janelas e traçado antigos, que avançam sobre a estrada quase em frente à escola do bairro, mas ainda resistentes. Segundo um dos moradores do Cocais, a construção foi erguida há 114 anos e várias famílias consideradas tradicionais na cidade moraram lá.

Hoje seus dois andares sofrem com a ação do tempo, infiltrações e falta de manutenção. A família dona do imóvel atualmente diz que não tem dinheiro para restaurar o imóvel, mas gostaria de não ter que demoli-lo. “Não temos intenção alguma de demolir o casarão. O problema é que a estrutura está com problemas e corre o risco de cair”, lamenta um dos donos atuais, que completa “Queremos restaurar o local, mas os custos serão altos e talvez não tenhamos condições de bancar toda a reforma”, diz.

O proprietário, que prefere se manter anônimo para não despertar olhares que possam condená-lo, caso a demolição seja de fato necessária, contou ao BOM DIA que na ultima administração do ex-prefeito José Roberto Fumach, encerrada em 2008, havia um projeto para que no local fosse instalado um museu de história natural. Como as negociações começaram do meio para o fim do mandato, não houve tempo hábil de fazer a ideia sair do papel e o projeto foi engavetado.

Há cerca de dois anos a vereadora Irene Fumach (PSB) protocolou requerimento solicitando à atual gestão que desapropriasse o imóvel por conta de seu valor histórico e arquitetônico para Itatiba. Também não surtiu efeito. “Então, infelizmente, existe a possibilidade de demolir o imóvel devido ao estado precário que encontra-se”, lamenta.

Além da “cara” do casarão, uma atração à parte para quem consegue permissão para entrar são seus poucos móveis e pinturas antigas, além de alguns cômodos feitos de pau a pique e o reboco de barro, com o qual toda casa teria sido construída. “Há pilares que foram moldados de uma maneira, que não acredito que – mesmo com a tecnologia atual – alguém consiga fazer parecido. Isso precisa ser preservado, pois é um imóvel com muita história e com muita arte”, diz o dono.

HISTÓRIAS DE FANTASMAS

Endereço de histórias de assombração das mais diversas vertentes, da noiva que se suicidou depois de ser abandonada no altar até a da criança que brinca ali – o Casarão dos Fão é conhecido dos itatibenses natos, e, ao contrario do que se possa pensar, seu folclore não se restringe aos mais antigos. Jovens adoram fotografá-lo, e tanto melhor se for a noite, hora de preferência das aparições. O único fantasma que anda por lá é o de vir abaixo por falta de apoio e cair no esquecimento da história de Itatiba.

O casarão conta com um “zelador”, senhor que mora numa casa no mesmo terreno. Vivendo há anos no bairro dos Cocais, conhece as histórias de lá e diz que muita gente tem medo de passar perto da construção. “Por ser um casarão antigo e abandonado, muita gente tem medo. Não é raro ver alguém passando e fazendo um ‘sinal da cruz’”, diz.

O aspecto melancólico talvez a tenha protegido de uma onda de roubos que certa vez tomou conta do bairro rural. “Se o ladrão chega aqui ouve o latido dos cachorros e do vento que bate em algo meio solto”. Ainda de acordo com ele, bastante comum que pessoas parem por ali para fotografar o imóvel. “Uma vez, uma pessoa estava fazendo uma foto e quando me viu, saiu correndo. Não sei se foi por medo”, comenta o idoso de barbas brancas.

Fonte: Ivan Gomes e Mari Giro
bomdiaitatibal@bomdiaitatiba.com.br
http://omelhordevalinhos.com.br/portal/?p=3059
  - 16/12/2011 21:38

 

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Vila Fão

A Vila Fão foi ocupada pelos idos de 1907, por colonos de descendência italiana. Teve um crescimento inicial rápido, chegando a ser chamada de "distrito celeiro do Vale do Taquari"; na época, até chegou a contar com um hospital bem equipado e prestigiado. Todavia, foi atingida por uma série de reveses, como a passagem da BR-386 (ou "estrada da produção" do RS)  por uma rota alternativa (do outro lado do rio que margeia a vila), teve sucessivos impasses posteriores, nunca resolvidos, em relação a algum acesso mais adequado e asfaltado até a BR-386, bem como dificuldades e insucessos no encaminhamento e credenciamento de pedidos de emancipação, nas listas de 1992 e 1996.  Mesmo assim, a comunidade ainda não perdeu as esperanças, é paciente e persistente, e novamente se perfila dentre as áreas com interesse em buscar sua autonomia política. Esta parece ser uma das poucas alternativas e chances de voltar a ter progresso e decidir os caminhos do seu próprio futuro. Mesmo estagnada economicamente, a localidade teria grandes chances de voltar a ser bem mais ativa e progressista que atualmente; ali se encontram, por exemplo, empreendimentos modelares de criação de suínos. Também produzem expressiva quantidade de bergamotas. Com maior autonomia, é provável que teriam mais forças para melhorar os acessos, trazer novos empreendimentos dinâmicos, inclusive indústrias, prover melhores condições de trabalho, saúde, educação, lazer e cultura. E é certo que uma nova vida e futuro floresceria por ali.

 

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Bela Vista do Fão

Comissariado dos padres Franciscanos

1926 - Extensão do Comissariado ao Rio Grande do Sul (Vila Fão).

Vila Fão, no RS(1928)

Bela Vista do Fão (Zero Hora)

 

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FONTOURA XAVIER

Histórico

     A região hoje ocupada por Fontoura Xavier, foi no século XVII, visitada pelos jesuítas. Dados históricos relatam que a área onde hoje está o município era sede da 15ª Redução Jesuíta. A prova material desta redução é a pedra marco divisor de ervais dos jesuítas, que faz parte do acervo histórico municipal. Posteriormente, a Região foi ocupada por portugueses e brasileiros. De etnia predominante portuguesa, entre os seus habitantes também existem alemães, italianos e descendentes de nativos.
     Em 1922 passou a Distrito de Soledade, tendo Santa Terezinha como Padroeira.
     Pelo Decreto nº 7589 de 29 de novembro de 1938,  a antiga vila Getúlio Vargas, recebe o nome do escritor Fontoura Xavier.

 Quando vários Distritos da região do Planalto Médio do nosso Estado iniciaram seus movimentos emancipacionistas, este Distrito também começou seu processo neste sentido, a solução foi dada pela Lei nº 4974 de 9 de julho de 1965, quando emancipado de Soledade. Entre os acontecimentos históricos, talvez o mais destacado tenha sido a Guerra do Fão, em 1932, por ocasião da Revolução Constitucionalista

 

 

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A península de Fão, terminal de petróleo iraquiano. 




A península de Fão (Sudeste do Iraque), cujas estações de bombeamento foram tomadas pelas forças britânicas, segundo as autoridades militares americanas no Qatar, é uma região rica em poços de petróleo. Nela está localizado o terminal de petróleo iraquiano.

Distante cerca de 700 km de Bagdá, a península fica no extremo sul do Iraque, no Golfo. A leste de Fão, fica o rio Chatt el Arab, que faz uma fronteira natural entre o Iraque e o Irã. O controle deste rio que desemboca no Golfo desencadeou em 1980 a guerra entre os dois países.

 

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Outras:

Em Espocendi (Portugal) existe uma localidade chamada Vila Fão aonde tem igrejas com mais de 200 anos e o mausoléu de Fão.

Existe uma Historia real de um de nossos parentes  chamado Argiro Fão

que foi injustiçado e fez grandes histórias, aguardamos narrações.

João  Fão  nasc em 24 de junho  de 1922 filho de João Paulino Fão e Hercilia da Silva Fão.

Em meados de 1980 pegou uma mala de dinheiro e saiu em busca dos parentes, retornando sem os encontra-lo.

 

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Batalha Dos Fão

(cortesia de Emília Fão e Ivo Fão)

O COMBATE DO FÃO aconteceu em 13 de Setembro de 1932, na divisa entre os Municípios de Fontoura Xavier, Progresso e Pouso Novo - RS. O confronto foi entre forças da Brigada Militar e Revolucionários durante a Revolução Constitucionalista.

 

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